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	<title>Arquivo de Saúde - Talho Castro</title>
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	<description>Carnes de Qualidade Superior</description>
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		<title>Dieta do Paleolítico: o que é, o que comer e o que evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[talhocad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 09:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta ‘febre’ pela dieta paleolítica começou em 2011, quando Loren Cordain – cientista americano, especialista em Nutrição e o fundador do movimento Paleo – decide publicar um livro, nos Estados Unidos, a defender que se quiséssemos ficar mais magros e saudáveis devíamos adotar um regime alimentar semelhante ao dos nossos antepassados do tempo da Idade da Pedra.</p>
<p>A ‘pedrada no charco’ que influenciou a investigação de Loren Cordain tinha acontecido uns anos antes, em 1985, com a publicação do ensaio ‘Nutrição Paleolítica’ na revista ‘New England Journal of Medicine’, onde chamava a atenção para o facto de os nossos genes estarem moldados pelas pressões seletivas do ambiente e alimentos do período paleolítico. Segundo Loren Cordain, a revolução agrícola de há 10 mil anos – “uma gota no oceano quando comparada com os 2,5 milhões de anos que os seres humanos vivem na Terra” – veio trazer alterações na alimentação (laticínios, leguminosas, álcool, açúcares e óleos processados) para os quais o nosso corpo não está programado para digerir e que isso teve impacto na saúde: “Os primeiros agricultores eram nitidamente mais baixos que os seus antepassados. Na Turquia e na Grécia, por exemplo, os homens do período anterior à revolução na agricultura tinham 1,80m e as mulheres 1,65m. Em 3000 a.C, os homens tinham encolhido para 1,60 e as mulheres para 1,52”, refere Loren Cordain no seu livro ‘A Dieta do Paleolítico’. No livro é também referido que as pesquisas mostram que as populações depois do evento da agricultura sofriam mais de doenças infecciosas, dos ossos e dentes.</p>
<p>É claro que a Revolução Agrícola veio alterar a alimentação do Homem, mas foi a Revolução Industrial que trouxe os alimentos enlatados, a farinha e os açúcares refinados, e a criação, no século XX, das gorduras trans e alimentos processados, que fizeram mais e maiores ‘estragos’.</p>
<p>Mas então para termos uma alimentação adequada aos nosso ‘genes’ temos de ir à caça e só comer carne e peixe? Nada disso. “Como vivemos no século XXI, a ideia é tentar equiparar os grupos de alimentos que os nossos antepassados consumiam com os alimentos que podem ser encontrados nas lojas nos dias de hoje”, explica à ACTIVA Loren Cordain.</p>
<p><strong>Alimentos permitidos:</strong></p>
<ul>
<li>Carne de vaca, magra (vazia, lombo, acém, vitela…)</li>
<li>Porco: lombo ou costeletas</li>
<li>Aves (peito de frango, de peru e de galinha)</li>
<li>Coelho, miúdos, faisão, codorniz, javali, pombo…</li>
<li>Ovos: entre 6 a 12/semana, biológicos.</li>
<li>Peixe: cavala, tamboril, truta, atum, salmão, salmonete, bacalhau fresco, anchovas, robalo, pregado, besugo, sardinha, carapau, imperador…</li>
<li>Marisco: amêijoas, camarão, santola, ostras, mexilhões, vieiras…</li>
<li>Fruta: maçã, amora, laranja, meloa, melão, melancia, nectarina, pêssego, papaia, carambola, anona, pera, ananás, ameixa, romã, groselha, framboesa, mirtilos, quivi, morango, tangerina… (se quer perder peso ou tem síndrome metabólica limite o consumo de bananas, mangas, uvas, abacate e cerejas).</li>
<li>Legumes: espargos, espinafres, agriões, nabiças, nabos, abóbora, cebola, salsa, pimentos, alface, couves, tomate (embora seja um fruto), rabanetes, beldroegas, brócolos, cenouras, pepino, beringela, cebolas, cogumelos…</li>
<li>Frutos secos e sementes: nozes, amêndoas, cajus, castanhas, avelãs, macadâmias, noz-pecã, pinhões, pistácios (sem sal), sementes de abóbora, de sésamo e de girassol (se quiser perder peso limite o consumo até 110g por dia).</li>
<li>Óleos: azeite, óleo de linhaça, de abacate e noz (até 4 col. sopa por dia para perder peso).</li>
<li>Bebidas: com gás light, café, chá, vinho.</li>
</ul>
<p><strong>O que evitar:</strong></p>
<ul>
<li>Laticínios: leite, manteiga, queijo, nata, gelado, iogurte</li>
<li>Cereais: cevada, trigo, milho, aveia, arroz, centeio, sorgo</li>
<li>Sementes de cereais: amaranto, trigo mourisco, quinoa</li>
<li>Leguminosas: todos os feijões, grão, ervilhas, lentilhas, amendoins</li>
<li>Legumes amiláceos: batata, batata-doce, tapioca, inhame</li>
<li>Alimentos com sal, carnes gordas e curadas: bacon, toucinho, salsicha, fiambre, mortadela, carnes processadas, frutos secos com sal, produtos de charcutaria, costeletas de borrego ou porco com gordura</li>
<li>Bebidas não alcoólicas açucaradas e sumos de fruta</li>
<li>Doces: bolos, mel, açúcares</li>
</ul>
<p><strong>Como cozinhar a proteína:<span> </span></strong>Grelhar, cozer, assar, saltear, alourar e depois retirar a gordura líquida, ou fritar num bocadinho de azeite. Use especiarias, para diminuir no sal. Prefira sempre animais de pasto e não alimentados em confinamento.</p>
<p><strong>Um dia nas cavernas</strong></p>
<p>Pedimos ao pai da dieta paleo, Loren Cordain, que nos desse um exemplo de como seria um menu diário de acordo com as suas regras:</p>
<ul>
<li><strong>Pequeno almoço:<span> </span></strong>uma omeleta de 2 ovos com camarão, abacate, cebolinho, salteados em azeite. Metade de uma meloa (ou outra fruta fresca), chá verde, café ou água com gás.</li>
<li><strong>Almoço</strong>: uma grande quantidade de salada de verduras (espinafres, alface, rúcula) com tomate, cebola roxa e cenouras raladas, misturada com pedaços de rosbife, frango ou peixe. Tempere com azeite, vinagre ou sumo de limão.</li>
<li><strong>Jantar</strong>: costeletas de porco grelhadas com batata-doce assada, brócolos ao vapor, salada de tomate e pepino temperada com azeite e vinagre à escolha. Para sobremesa: uma taça grande de maçãs aos pedaços com nozes, passas, canela e sumo de limão acabado de espremer.</li>
<li><strong>Snacks</strong>: ovos cozidos, camarões, talos de aipo com guacamole, tangerinas ou laranjas, peixe seco.</li>
<li><strong>Ao longo do dia</strong>: beba chá, água com gás, simples ou com sumo de limão.</li>
</ul>
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		<title>Os Benefícios da Carne de Vaca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[talhocad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 09:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo aquilo que pensa a maioria das pessoas, as gorduras de origem animal são as principais responsáveis pelo aumento das doenças cardiovasculares. Em grande parte, este conceito é devido às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo aquilo que pensa a maioria das pessoas, as gorduras de origem animal são as principais responsáveis pelo aumento das doenças cardiovasculares. Em grande parte, este conceito é devido às constantes informações distorcidas e exageradas por parte da imprensa, que insiste em perseguir a carne de vaca, e muitas vezes até mesmo por parte de profissionais ligados à área da saúde que estão desinformados e desatualizados.</p>
<p></strong></p>
<p>Realmente, é verdade que o consumo excessivo de gordura, tanto de origem animal como de origem vegetal, é um fator de risco para o aparecimento de doenças coronarianas, tal como acontece com o fumo, a diabetes, o sedentarismo, a obesidade, a hipertensão, os altos níveis de colesterol total e a associação de um ou mais desses itens.</p>
<p>Existem ainda os fatores de risco que nós não podemos controlar, tais como a idade e a predisposição genética. Portanto, seria injusto da nossa parte responsabilizarmos apenas o consumo de gordura animal como o causador das doenças cardiovasculares.</p>
<p>Para que o nosso organismo funcione corretamente, é necessária uma alimentação balanceada, pois não há nenhum alimento que contenha todos os nutrientes nas quantidades e qualidades que necessitamos para manter uma boa saúde e para a prática das nossas atividades diárias.</p>
<p>Apesar disso, a carne de vaca, contém uma grande quantidade de nutrientes, com alta disponibilidade e baixo valor calórico, devendo por isso fazer parte de uma alimentação equilibrada.</p>
<p>Na verdade, todas as carnes vermelhas são ricas em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B, entre as quais a tiamina, riboflavina, niacina, biotina, ácido pantoténico, folacina e as vitaminas B6 e B12, ácidos graxos essenciais, e minerais como ferro, zinco e fósforo. É também importante que se saiba que todos os nutrientes contidos na carne de vaca são essenciais na alimentação, destacando-se pela grande concentração de ferro, sendo que este é encontrado na forma heme, que é de mais fácil absorção pelo nosso organismo do que o ferro não heme, que se encontra disponível nos vegetais, cereais, frutas e ovos. No entanto, seja por falta de informação, seja por sensacionalismo, têm-se espalhado informações sobre as carnes vermelhas de forma distorcida e sem a devida confirmação científica. Aliás, quando alguém restringe o consumo de carne de vaca, isso torna-se muito mais prejudicial para a sua saúde do que o consumo moderado deste tipo de carne.</p>
<p>Outro motivo que nos deve levar ao consumo de carne de vaca é que esta é rica em ácido linoléico conjugado (CLA), um ácido graxo que se tem mostrado como anticarcinogénico, antiarterosclerose, antitrombótico, hipocolesterolémico e imunoestimulatório, pois atua no aumento da massa muscular, ajudando a reduzir a gordura corporal e a prevenir a diabetes.</p>
<p>Além disso, carne de vaca é uma excelente fonte de ferro, um mineral essencial para diversas funções do organismo que, além de dar suporte ao sistema imunológico, forma parte da hemoglobina dos glóbulos vermelhos, que realiza o transporte de oxigénio no corpo. Esse oxigénio é usado de modo a libertar energia do alimento, sendo esta energia utilizada para crescimento, respiração, movimento e para as demais funções do organismo.</p>
<p>É também digno de nota que, de todos os produtos de origem animal que fazem parte da dieta das culturas ocidentais, a carne de vaca é o produto de origem animal com maiores concentrações de zinco, exceptuando-se apenas as ostras, visto que estas possuem altos níveis deste mineral. Isso é excelente pois o zinco desempenha funções muito importantes no sistema imunológico. A carne de vaca é ainda rica em vitamina B12.</p>
<p>Concluindo, se você gosta de carne de vaca (e quem não gosta?!…), então coma-a sem culpa, pois se não for pelo CLA, pelo ferro, pela vitamina B12, ou pelo zinco, então que seja pelo sabor inigualável da carne de vaca!</p>
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